Jornal Diário do Comércio de Belo Horizonte – Geociclo anuncia aporte de R$ 40 mi

Rafael Tomaz – Jornal Diário do Comércio de Belo Horizonte – MG.20/10/2012

A Geociclo, especializada em biotecnologia para a produção de fertilizantes, investirá aproximadamente R$ 40 milhões em 2013. Os aportes serão feitos na conclusão da segunda fase da planta em Monte Alegre, no Triângulo Mineiro, e na construção de uma unidade em Goiás, informa o presidente da empresa, Ernani Judice. Além disso, a fabricante de insumos agrícolas está em busca de fornecedores nacionais de equipamentos.

Após investir R$ 30 milhões em pesquisa, a empresa desenvolveu o Geofert, fertilizante organomineral que aproveita os resíduos da agropecuária. O produto que deverá ser comercializado a preços convencionais promete aumentar a produtividade da lavoura. As operações no Triângulo Mineiro foram iniciadas no mês passado. O projeto é orçado em R$ 55 milhões, entre implantação e desenvolvimento.

De acordo com o presidente da Geociclo, no próximo ano a capacidade da planta no Triângulo Mineiro alcançará 50 mil toneladas/ano de fertilizantes. Para alcançar este volume em 2013, serão investidos R$ 10 milhões.

Judice explica que atualmente a unidade em Monte Alegre está em fase de comissionamento. “Porém, o produto já é comercializado”, afirma. Atualmente, a Geociclo tem capacidade para produzir 25 mil toneladas/ano de fertilizantes.

Em Goiás, a empresa de biotecnologia irá investir R$ 25 milhões

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na implantação de um unidade no município de Goianésia. A planta terá capacidade instalada para produzir 25 mil toneladas de fertilizantes. O start-up está previsto para janeiro de 2014.

O fertilizante organomineral é um composto cuja metade é constituída pelos adubos químicos convencionais como o nitrogênio, o fósforo e o potássio (NPK) e a outra metade por resíduos orgânicos – especialmente a cama de frango e a torta de filtro, que é gerada pelas usinas de açúcar e etanol.

Para continuar a desenvolver os produtos e a linha de produção, a empresa investirá R$ 15 milhões nos próximos três anos, ou seja, R$ 5 milhões anualmente, informa Judice.

O presidente da Geociclo explica que, além do fertilizante, a equipe também vem desenvolvendo equipamentos que são utilizados nas operações. Um exemplo é uma máquina de compostagem, orçada em R$ 900 mil.

O equipamento desenvolvido pelos engenheiros da Geociclo é produzido por uma empresa nos Estados Unidos, cujo nome não foi revelado. “Nós temos que importar, o que eleva o custo em 70%”, diz. Isso se dá em função da elevada carga tributária. O custo poderá ser o dobro, mas pelo fato de não existirem similares nacionais, esses bens são beneficiados com algumas isenções.

Fornecedores – Para reduzir as despesas nas futuras ampliações, Judice afirma que a fabricante norte-americana e a Geociclo iniciarão a busca por um fornecedor nacional que possa fabricar o equipamento. “Deveremos ter uma demanda entre 10 e 15 unidades nos próximos anos”, afirma.

Mesmo que seja possível a produção nacional desses bens, a vendas para terceiros não está prevista. De acordo com o presidente da empresa, isso poderá ocorrer somente se a Geociclo optar por licenciar a tecnolgia desenvolvida por ela.

Além do maquinário produzido nos Estados Unidos, a fabricante de fertilizantes também conta com fornecedores na Alemanha e na Itália. O conteúdo tecnológico e a utilização desses equipamentos não é revelada e também não deverá ser produzida no Brasil.

 

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