Perguntas Frequentes

1ª – Qual a diferença básica deste fertilizante GEOFERT com o adubo chamado “químico” ou “mineral”?
O fertilizante organomineral GEOFERT tem como diferencial básico a presença de matéria orgânica bioestabilizada como preenchimento da fórmula. Enquanto os adubos químicos são constituídos na sua totalidade por elementos minerais (N, P e K) e recebem diversos outros minerais para o fechamento de suas formulações, o fertilizante organomineral GEOFERT carrega consigo o benefício dos fertilizantes minerais e a potencialidade agronômica da matéria orgânica.


2ª – O que faz a matéria orgânica no solo de tão positivo para as diversas culturas?
Há anos já se conhece os benefícios e os efeitos positivos da matéria orgânica para os solos. Podemos dividi-los em:

Físicos – Melhora a estrutura dos solos: Evita perdas elevadas de água e nutrientes em solos arenosos e em solos pesados e compactos, promove o arejamento do solo e o aproveitamento da água (maior resistência às secas e redução do aparecimento de fendas na superfície do solo);

Químicos – Auxilia na regulação do pH, neutralizando solos ácidos e alcalinos, reduz a disponibilidade de substâncias tóxicas no solo, é rica em substâncias minerais e orgânicas essenciais ao desenvolvimento das plantas, promove a conversão de elementos nutritivos (ex: N, P, K, Zn ) em formas disponíveis para a planta absorver e atua como agente quelante em íons metálicos em condições alcalinas, promovendo a sua absorção pelas raízes;

Biológicos – Estimula o crescimento e proliferação de micro-organismos benéficos no solo, sendo estes responsáveis pela produção contínua de Húmus (desempenham um papel fundamental na capacidade de absorção das plantas) e melhoramento da estrutura do solo, estimula o crescimento radicular, permitindo uma melhor absorção dos nutrientes e aumenta a respiração e formação de raízes.


3ª O que são e como podemos entender os agentes quelantes?
O nome quelato provém da palavra grega “chele”, que significa garra ou pinça, referindo-se à forma pela qual os íons metálicos são “aprisionados” no composto. Este aprisionamento possibilita uma maior facilidade no transporte dos nutrientes para as áreas de maior demanda das plantas e, consequentemente, sua melhor absorção. A formação de um quelato se dá pela ligação ao íon metálico existente na formulação resultando em um composto químico com propriedades diferentes do íon original. A formação dos quelatos beneficia, principalmente, os micronutrientes que competem fortemente com os macronutrientes na absorção pelas plantas.


4ª Quando uso o fertilizante organomineral GEOFERT tenho que fazer alguma outra aplicação do fertilizante mineral para complementação da parte mineral?
Não. Os fertilizantes organominerais são produzidos de acordo com a necessidade do solo e da cultura, quando utilizados, não necessitam qualquer complementação de qualquer outro fertilizante, corretivo de solo ou similares. O balanceamento de N, P, K e micronutrientes, quando houver necessidade, são produzidos e alocados em cada pellet em que se apresenta o fertilizante organomineral GEOFERT.


5ª Já ouvimos falar em perda de nutrientes na adubação. De que maneira o fertilizante organomineral GEOFERT se apresenta na solução desse problema?
É sabido que a disponibilidade de nutrientes na fertilização mineral somente será eficiente em solução, sendo necessária a presença de água para facilitar a mobilidade. No entanto esta mesma quantidade de água produz o efeito lixiviador que afeta principalmente o nitrogênio e potássio, conferindo-lhe uma menor eficiência na adubação. No caso do fósforo, a perda se dá por fixação ao solo devido à reação dos fosfatos solúveis do fertilizante mineral com os óxidos e sesquióxidos presentes nos solos. Pode-se dizer que a cada 10 kg de fósforo presente na formulação, somente 20% a 30% serão aproveitados pela planta no caso do fertilizante mineral (químico). No caso do fertilizante organomineral GEOFERT os nutrientes solúveis estão protegidos (envoltos) em uma matriz orgânica que protege o fósforo do contato direto com o solo, evitando a perda por fixação. Ao mesmo tempo, protege o nitrogênio e o potássio da lixiviação, uma vez que a fase orgânica é insolúvel em água. A liberação dos nutrientes se dá pelo ataque dos microorganismos do solo à matriz orgânica que vai diminuindo de tamanho e liberando gradativamente os nutrientes para a planta, efeito conhecido como liberação controlada ou slow release.


6ª Como saber em qual cultura utilizar o fertilizante organomineral GEOFERT?
Os fertilizantes organominerais GEOFERT podem ser utilizados em qualquer cultura. Para isso, é importante que o produtor possua uma recomendação de um técnico/engenheiro agrônomo, baseada na análise do solo e que, posteriormente, adquira a formulação adequada àquela cultura. Os resultados esperados de produtividade com o fertilizante organomineral GEOFERT são sempre superiores ao da adubação química convencional, se utilizada a formulação adequada.


7ª Qual a origem do fertilizante organomineral GEOFERT?
O fertilizante organomineral GEOFERT é produzido a partir de esterco de galinhas poedeiras, no entanto, antes de passarem ao processo produtivo este resíduo é compostado por 20 dias e a ele é aplicado um bioacelerador que garante total estabilidade do resíduo, retirando organismos patogênicos e produtores de odores. O fertilizante final é um produto rico em macronutrientes primários (pode conter micros) associado ao benefício de uma matéria orgânica totalmente estabilizada.


8ª Como aplicar o fertilizante organomineral GEOFERT?
A aplicação do fertilizante organomineral GEOFERT deve ser tal e qual é feita a aplicação do fertilizante mineral convencional. Não requer nenhum equipamento ou manejo especial para sua aplicação, sendo de fácil manuseio, excelente fluidez e pouca, ou nenhuma, geração de pó. Importante dizer que, devido a estabilização total da matéria orgânica, o fertilizante organomineral GEOFERT não apresenta riscos à saúde e ao solo.


9ª Quais os riscos de haver segregação durante a aplicação no solo?
A segregação é um fenômeno que ocorre quando se tem em uma mistura tamanhos de grãos variados. Quando ensacados ou na adubadeira, os grânulos de menor tamanho descem para o fundo do saco ou recipiente e os maiores permanecem por cima. Isso ocorrendo durante uma aplicação no solo, leva a uma não uniformidade na adubação, isto é, não se consegue aplicar a mesma dosagem de N-P-K ao longo do sulco de plantio. Os fertilizantes organominerais GEOFERT são produzidos com alta tecnologia e levam a dosagem necessária (N-P-K + micro) para as plantas em cada pellet, isto é, NPK no pellet, o que garante a uniformidade de NPK no sulco durante o plantio. A alta tecnologia empregada faz com que tenhamos pellets com elevado índice de uniformidade (homogeneidade no tamanho do grão), garantindo a não existência da segregação durante a aplicação. Este alto índice de uniformidade é mantido por longo tempo devido a alta resistência dos pellets produzidos


10ª Por que devo substituir minha adubação convencional com mineral e passar a adubar com fertilizante organomineral GEOFERT?
Agrônomos, de renomado conhecimento em fisiologia vegetal, afirmam que o melhor benefício de translocação e absorção de nutrientes, se dá quando se tem uma combinação entre adubação orgânica e adubação mineral. Existe uma reação de ligação entre os íons metálicos presentes nos macro e micronutrientes dos fertilizantes que envoltos pela matéria orgânica trazem todos os benefícios citados nas questões anteriores. Quanto da adubação com fertilizante organomineral GEOFERT espera-se maior produtividade à sua cultura e possibilita reduzir a dosagem de mineral (N-P-K) por hectare, reduzindo o custo da adubação. Ao longo dos anos obtém-se um solo recuperado/enriquecido, o que poderá fazê-lo aproveitar ao máximo o residual de nutrientes presentes, oriundo das adubações anteriores.


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Literatura

Nos últimos 50 anos, as vantagens dos fertilizantes organominerais também foram comprovadas por diferentes cientistas de todo o mundo:

“O teor de potássio nas folhas do cafeeiro e o aumento de produção foram superiores em culturas tratadas com fertilizante organomineral quando comparadas com as tratadas com fertilizante mineral e orgânico.”
J. J. L. Medcalf (1955)

“A eficiência na absorção de NPK é, em média, de 44% nos fertilizantes minerais e de 70% nos fertilizantes orgânicos.”
Eurípedes Malavolta (1980)

“A matéria orgânica potencializa a disponibilidade de NPK para as raízes das plantas.”
Edmar José Kiehl (2010)